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Cadê
Tieta
                                    

            

Minha voz chama e grita

Mas não vejo a cabrita

Ela não houve minhas palavras

Cadê a Pastora de cabras

 

Por todo canto minha voz ecoa

Mais ela não vem

Estou chamando a toa

 

A Pastora não berra

Não senta na terra

Não pula a cabrita

Tieta ficou rica

 

Chamo e fico triste

Não vejo Tieta

Tieta não existe

EM: 14 de outubro de 2003.                                      

 

 

        

Autor – poeta: Gilmar Batista
Diocese de Ji-paraná - RO